José Luiz Pereira da Costa
SOUTHERN UNIVERSITY
Baton Rouge, Louisiana
Abril 2014

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UFRGS 2015

Palmares Zumbi

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"Bonga"


Africana - Brown University
Professor Anani Dzidzienyo e JLP da Costa

Programa Espelho

Canal Brasil - Rede Globo
VISITE:
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E
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Thank You,
Redmond, Los Angeles, Chicago, Boydton, Cape Coral, Chalco de Diaz Cova(México), Islington(UK) and Brazil.
Keep watching, talk about and send e-mails to: dacosta@dacostaex.net
The Book BENIN.



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Lima Barreto



The Black Pharaoh
Neste PROJETO CULTURAL pode ser encontrada uma coleção de artigos e resumos de livros que está rotulada como SANKORE, Antologia com textos de autores afro-americanos. No material acha-se a tradução de uma série de artigos publicados pela revista americana EBONY, intitulada O Passado de Ouro da África.O autor dos textos, que ficaram inconclusos por sua morte, era o professor William Leo Hansberry (1894-1965), fundador do Conselho Etíope de Pesquisas. Este material de EBONY foi publicado nos anos 1960 e se inseria no processo acadêmico de revelação de um passado histórico da raça negra, anterior ao holocausto da escravidão atlântica. A página de abertura do PROJETO CULTURAL estampa a imagem de um faraó núbio, Taharga, filho de Pye, também registrado na história do antigo Egito como Piankhy. Christian Jacq, egiptólogo e romancista francês, autor de uma série de ensaios e romances baseados no Egito antigo, atém-se, no romance O Faraó Negro, a uma dramática ruptura no Estado egípcio, dominado pelos homens de pele escura – os negros núbios, na 25ª Dinastia. Os líbios, de pele clara, comandados por um general rebelde, tentam impor-se aos núbios; estão aparentemente mais bem estruturados, mas o faraó Negro, Piankhy surge em cena. Ele é o primeiro de um total de cinco faraós negros. Para pesquisadores afro-brasileiros é relevante o conhecimento da história do livro de Jacq, que, embora ficcional, está lastreada em séria e consistente pesquisa histórica. Por isto, o registro com recomendação neste nosso Projeto Cultural. Associa-se, a obra, sem relação explícita, a meu conhecimento, com o trabalho que pesquisadores afro-americanos faziam no já distante meado do século passado. Christrian Jacq, (Le Pharaoan Noir) O Faraó Negro, editora Bertrand Brasil, 2010.





DEZ ANOS DO PROJETO CULTURAL DACOSTA
Comemoro com a publicação do livro Benin, outra contribuição importante o para a divulgação da herança africana na vida brasileira – afinal, mais da metade dos brasileiros têm ascendência africana: dez anos deste Projeto Cultural. No material deste site está o registro do interesse do autor na vida africana, quando quase todo o continente era colônia de países europeus. O jovem jornalista de então esteve sempre atento aos movimentos libertários na África, sempre ligado à vida da diáspora africana pelas Américas. Honrei-me ao participar da vida dos países novos, livres das amarras do colonialismo. Tenho orgulho de haver privado com lideres da independência africana, como Samora Machel, Joshua Nkomo e muitos de seus seguidores. Tive aqui mais de cinquenta mil acessos. Gostaria, sinceramente, que fossem alunos brasileiros os maiores frequentadores do site – mas os registros não mentem, e são campeões de pesquisa, com larguíssima margem, os estudantes e professores norte-americanos. Nos sistemas de registros de acesso eu vi gente, dos mais longínquos recantos do planeta, pesquisando no site. Das Coreias à Nova Zelândia; da França à Costa do Marfim; da Alemanha a Tailândia; da Polônia a Madagascar e mais. Continuo esperando um interesse crescente nos pesquisadores brasileiros. O site e o livro Benin se inserem no contexto educacional do País – consubstanciado na Lei nº 10.639/2003 – de estabelecer o ensino sobre cultura e história afro-brasileiras e privilegiar o estudo da história da África e dos africanos. Obrigado a quem acessou na década passada e antecipado agradecimento aos que o fizerem a partir de agora.

                                                                                                José Luiz Pereira da Costa




INTRODUÇÃO
O material a seguir foi publicado nos jornais, Jornal do Dia, Última Hora, Diário de Notícias, Correio do Povo e Zero Hora, todos de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
Ele se constitui em instantâneos de momentos vividos durante um significativo período de tempo em que viajei à África. Considerando o número pouco expressivo de jornalistas negros, menor ainda dos que participaram da chamada aproximação entre África e Brasil – torna-se relevante deixar nas páginas de acesso público da Internet meu depoimento, absolutamente peculiar.
Foram instantes em que ainda estavam vívidos os efeitos libertários de Kwame Nkrumah, de Gana; o exemplo conciliador e lúcido de Leopold Senghor, do Senegal, a força de Jomo Kenyatha, do Quênia. Havia, aqui, a determinação do chanceler Gibson Barbosa, de fazer o Itamaraty voltar sua face de frente para o Continente origem da maioria de nossa população.
Haverá, no registro, aqui e ali, a curiosidade do jornalista – sua busca por informar os leitores. Mas deve ser enfatizado, sobremodo, num dado momento histórico, a abertura das páginas do mais importante jornal do Estado para uma visão diferente daquilo que majoritariamente divulgava.
Não reclamo à falta de uma edição impressa, um livro, deste material. Sequer foi tentada. Satisfaz-me a certeza de que, em tempos como os da atualidade, fantasticamente maior será o acesso às idéias a seguir contidas, do que se comercialmente vendidas.
Espero, a seguir, no que se chamará Projeto Cultural Dacosta, disponibilizar um considerável material de interesse cultural. Assim como serão tornadas acessíveis traduções de autores africanos, também versões de obras de domínio público universal, de autores negros norte-americanos.
Aluno de escola técnica de comércio, na minha querida ACM – Associação Cristã de Moços – aprendi a gostar da língua inglesa, com um bom velhinho, professor Milius. Uma das coisas que o mestre ensinou, desde logo, foi como escrever uma carta currículo, em busca de um emprego. Ministrou: “Ponha acima, em epígrafe:To whom it may concern”. Ou, a quem possa interessar.
Não estou mais à procura de emprego. Todavia, a frase é evocativa e precisa, agora, quando apresenta velhas matérias de jornal, na moderna e sem fronteiras Internet.

Aí está meu trabalho
To whom it may concern.

José Luiz Pereira da Costa
Porto Alegre, Brasil em 2004.

O Faraó Negro








Rei Taharqa - Egito Nubiano



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In case you may have interest in the present subject,
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Clube de Remadores Marcilio Dias.

 

 
PÓS ESCRAVIDÃO – BRASIL MERIDIONAL.
CARTAS HOPE FRANKLIN – FRANK SNOWDEN – SKIDMORE.
RIO GRANDE DO SUL/AFRICA, O INÍCIO

O material que você pode conectá-lo através do link CARTAS/ESCRAVIDÃO/MARCILIO/DIAS, tem por objetivo dar subsídios a quem pesquisar no item CLUBE NAUTICO MARCILIO DIAS, na página de abertura do Projeto Cultural, oferecendo a visão de pesquisador do sociólogo Fernando Henrique Cardoso, que, especialmente num capítulo de seu livro “Capitalismo e Escravidão no Brasil Meridional”, aborda o viver dos afro-descendentes em Porto Alegre. O conjunto de jornais, fotografias, entrevistas e eventos, fontes primárias do clube náutico, associam-se e de certa forma complementam o livro do sociólogo. Este material é apresentado a partir de troca de correspondências usada como mote.
Um conjunto de cartas dos historiadores John Hope Franklin, Frank Snowden e Thomas E. Skidmore (Cartas II), enriquecem este projeto. Também agora se acresce um rico conjunto de documentos dos anos primeiros dos novos países independentes da África, nas cartas e fotografias de seus embaixadores e do presidente da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, deputado Carlos Santos, em Cartas III.
Cartas IV é o flagrante de um período conturbado da história do Brasil, em meio ao qual viajei, a convite do Departamento de Estado, aos Estados Unidos. Éramos três, Pedro Simon, então deputado estadual, Potyguar Matos, reitor da PUC de Pernambuco, e eu.
The item Cartas (Letters) it contains, as well, a summary of one relevant part of “Capitalismo e Escravidão no Brasil Meridional(*)”, in English version, instigating the researcher to search for more information on such important events in, somehow, outsider Brazilian history. Capitalismo e Escravidao no Brasil Meridional: O Negro Na Sociedade Escravocrata Do Rio Grande Do Sul (Hardcover) by
 Fernando Henrique Cardoso (Author).




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